Vai viajar para a Europa? Saiba porque você deve contratar um seguro viagem

Mulher olhando placas no aeroporto

O sonho de muitos brasileiros é conhecer a Europa. Com seus países cheios de charme, cultura e inúmeros lugares turísticos para visitar, o continente garante em cada um deles uma experiência única e memorável.

Aliás, é possível viajar para lá sem gastar muito, basta se programar com antecedência e escolher os lugares com menor custo total, que vão desde passagens, alimentação e hospedagem, até outros passeios na região. Veja uma breve lista com os países europeus mais baratos para se viajar:

  • Tallinn, Estônia
  • Praga, república Tcheca
  • Budapeste, Hungria
  • Cracóvia, Polônia
  • Porto, Portugal
  • Istambul, Turquia
  • Sevilha, Espanha

Castelos, montanhas, arquitetura inigualável e natureza estonteante. Motivos não faltam para colocar a Europa na lista de destinos de viagem internacional preferidos dos turistas.

Mas, você sabia que ter um seguro viagem é item obrigatório a entrada na maioria dos países europeus? Sim, é verdade. E ele possui algumas particularidades em relação ao seguro exigido nas demais viagens internacionais. Saiba agora o que é preciso para contratar um seguro viagem para a Europa e os principais pontos a observar no ato da contratação.

POR QUE EU DEVO CONTRATAR UM SEGURO VIAGEM PARA VISITAR A EUROPA?

Você juntou dinheiro, se programou, fez planos, arrumou as malas e está pronto para viajar. Nada pode estragar esse momento, não é verdade? Mas, o que acontece é que imprevistos podem ocorrer com qualquer pessoa, seja em voos domésticos ou internacionais, e estar prevenido por meio de um seguro viagem é essencial para que nada abale essa experiência.

Desde que foi homologado o Acordo de Schengen, tornou-se obrigatória a contratação de seguro viagem para a obtenção do visto de entrada nos países membro. Você já ouviu falar que o visto europeu possibilita visitar praticamente todos os países do continente sem a necessidade de novas autorizações? É graças a este acordo.

No entanto, este acordo também determina que para a entrada e livre circulação dos visitantes, é indispensável a contratação de um seguro viagem de, no mínimo, € 30 mil. O principal objetivo desde valor é assegurar que os visitantes tenham meios de arcar com possíveis despesas médicas no país.

Vale lembrar que, apesar de serem a maioria, não são todos os países europeus que fazem parte do acordo, bem como, nem todos possuem regras iguais entre si. Com isso, vale a pena pesquisar as determinações e normas particulares dos principais locais que pretende visitar.

Segundo a Assistente de Viagem, o certificado deste seguro, também chamado de apólice, é o documento que o turista brasileiro deve apresentar a imigração do país no qual esteja ingressando, caso seja solicitado. Ao contrário do que dizem, não existe carta ou certificado de Schengen, isso é um mito.

Para que o seguro seja válido em toda a Europa, basta que, além da cobertura mínima de € 30 mil, ele possua cobertura para acidentes, enfermidades e repatriação.

Pode acontecer, sim, de você ser barrado na imigração caso o fiscal te solicite este documento e você não o tenha em mãos. Portanto, vale a pena investir em um seguro. Esteja certo de que o seguro comtempla as principais coberturas das quais você pode precisar e viaje tranquilo.

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