O trabalho como fonte de realização pessoal

Pessoa feliz no final de tarde, pulando.

Poucas ainda são as pessoas que reconhecem a real importância do trabalho ao homem. Trata-se de algo que vai muito além da ferramenta de sustento próprio e da família, mas que alcança o âmbito psicológico e social da pessoa.

Há algumas décadas, o trabalho representava uma obrigação social. Ao se ter um filho, os pais logo imaginavam qual seria a sua profissão, dentre as mais tradicionais: médico, advogado e engenheiro. Não se falava sobre vocação ou desejo de segui-las, as pessoas somente o faziam por uma espécie de senso comum.

Às mulheres, poucas opções lhes restavam. Basicamente seus destinos se resumiam a casar e ter filhos, servir ao lar com maestria e amor. Por sorte, nem todas se conformaram com seus destinos simplórios e previamente traçados, foram à luta, queriam mais.

O tempo passou, e o trabalho assumiu um novo significado. Passava a representar algo muito mais importante, tanto aos homens quanto às mulheres: a realização pessoal.

Há uma tendência cada vez maior de pessoas que largam seus empregos e carreiras estáveis para correr atrás daquilo que realmente gostam, mesmo sem o glamour e status da anterior. Mesmo com os julgamentos alheios e apontamentos pelo caminho, pessoas que tomam a decisão de mudar radicalmente apontam que estar certo das suas escolhas é algo crucial neste processo.

Além do sentimento individual de realização, contribuir com a sociedade também é um fator que tem levado pessoas e profissionais a repensarem suas atitudes. É o que aconteceu com um grupo de advogados, que se juntaram para atuar em benefício da sociedade, principalmente em questões trabalhistas, tão em voga nos últimos meses. Entre eles estão membros de todo o país, como São Paulo, Minas Gerais, Pará, Bahia e Advogado Porto Alegre.

Diversos filósofos e estudiosos já analisaram a relação de trabalho perante a sociedade, e chegaram à conclusão que ele representa um papel fundamental na construção de identidade do sujeito. Aquilo que ele executa no seu trabalho interfere no seu comportamento e em como ele é visto, tamanha sua importância.

Isso pode ser facilmente comprovado com a seguinte situação: Quando vemos alguém até então desconhecido, e perguntamos a outro quem ele é, a resposta provavelmente estará relacionada à sua profissão: “ah, ele é médico” “ela é professora” “ela é advogada” “ele é engenheiro”.

Pessoas querem ser reconhecidas por serem os melhores naquilo que fazem, mas, para isso, é preciso uma boa dose de paixão. Como já dizia Confúcio, trabalhe com o que ama e não terás que trabalhar um dia sequer. Você pode ser o melhor diretor de uma empresa, mas se isso não lhe apresenta nenhum desafio, logo não será algo estimulante. Vemos que realização não está ligada apenas ao cargo ou status, mas sim ao que ele representa de fato.

Se você sonha em ser o melhor chefe de cozinha de São Paulo, por que não? Se ama pintar e deseja um dia expor suas telas, vá em frente. Desde que haja paixão e determinação, sonhar é natural e faz bem ao ser humano, mas faça-o com planejamento e certeza das suas escolhas, nem sempre será possível retornar ao mesmo ponto onde parou, caso as coisas não deem certo.

Arrisque-se. Sonhe. Melhor um dia de dificuldade fazendo aquilo que se ama, do que uma vida plena, fazendo algo que não lhe representa nenhum sentido.

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