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10 dicas para você ir bem nos estudos sem se matar

  • Priorize a nutrição dos seus neurônios.

Não pense que o excesso de açúcar, sódio e gordura dos lanches tipo fast-food vão alimentar o seu cérebro. Ao contrário, a abundância destes elementos, apesar de dar uma ligação no início, logo em seguida provoca ressaca e letargia. Então, o ideal para o estudante é procurar se alimentar com comida de verdade, claro, um chocolatinho de no mínimo 70% de cacau ajuda um bocado no funcionamento das sinapses.

     

  • Aprenda a submergir.

A dispersão é uma característica inata da geração Y, seja através das constantes mensagens no celular, seja pela via das redes sociais. Todavia, quanto mais fragmentado for o ato de estudar, tanto menor será o aprendizado. Logo, concentrar significa aprender a desligar os focos de distração, para poder, em menos tempo, render muito mais.

 

  • Hidrate-se com água.

Tomar um copo de água de vez em quando durante o estudo é um santo remédio para o seu cérebro. Veja bem, não estou falando de suco, leite, chá e muito menos de refrigerante, mas puramente de água. Experimente e verá os resultados!

 

  • Troque de cafofo.

Não pense que estudar sempre no mesmo mocó é a chave da sabedoria. Tente eventualmente mudar de cômodo e até mesmo de ambiente. Não seria nada mau de vez em quando tentar algum contato mais íntimo com a natureza enquanto estuda.

 

  • Crie associações de ideias.

A melhor forma de fixar qualquer coisa na memória é associá-la com alguma coisa engraçada ou prazerosa. Os professores de cursinho descobriram isto há milênios, por isto eles contam historinhas engraçadas para cada matéria nova. Experimente fazer isto em casa.

 

  • Não lute contra o seu biorritmo.

Se você é matutino, é ridículo pensar em estudar à noite e para os notívagos, é um porre tentar estudar de manhã. Cada macaco no seu galho, portanto, devote ao estudo as horas que você está mais aceso.

     

  • Fuja da exaustão.

Estudar horas seguidas sem descanso é apenas perda de tempo. No momento em que se imagina o cérebro como um grande computador com centros de processamento, memórias e sistemas de acesso às informações, é fácil entender que quando ele esgota a capacidade de entrada de dados, a insistência trará menores resultados do que parar tudo e recomeçar depois.

 

  • Entremeie períodos de estudo com exercícios.

Por falar em parar, é altamente recomendável que as pausas no estudo sejam usadas para fazer qualquer tipo de exercício, alongamentos, esteira, caminhada, uma volta na rua para trocar o ar do pulmão etc.

 

  • Não confie apenas na memória.

É melhor você se acostumar a anotar as ideias mais importantes e os lugares onde estão as coisas, livro, página, site, etc, para poder fazer futuras referências.

 

  • Não acredite que sono é coisa de preguiçoso.

Por falar em memória, quem consegue entremear períodos de estudo com sonequinhas, certamente obtêm resultados muito melhores do que aqueles que levam maratonas “a seco”. Veja o que afirma este interessantíssimo artigo sobre os poderes de fixação do sono:
Durante o sono o cérebro rememora as coisas que aprendeu recentemente, por isso a qualidade do sono contribuiu para a memorização do que foi aprendido ao longo do dia, pois é durante o sono REM que o cérebro constrói as memórias de longa duração.

Fonte: Blogpaedia

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